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Dores
Emocionais
Um clínico observador ou um médico pronto-socorrista atento, sem falar nos psiquiatras, percebem facilmente que os pacientes deprimidos se queixam de muitas dores. E vice-versa, ou seja, o inverso e absolutamente verdadeiro; pacientes com quadros dolorosos costumam estar dephrimidos.
A CID.10 diz que a queixa predominante do Transtorno Doloroso Persistente é uma dor persistente, geralmente intensa e não explicável inteiramente por um processo orgânico ou algum transtorno físico. Isso que dizer que mesmo que haja algum problema físico, como por exemplo a atribuição da dor da coluna aos famosos “bicos de papagaio”, a intensidade da queixa não se justifica pela alteração orgânica. A rigor, pequena parte dos tais “bicos de papagaio” são dolorosos.
Em geral, ao se avaliar o paciente com Transtorno Doloroso Persistente ou qualquer outro transtorno do grupo somatoforme, percebe-se um contexto de conflitos emocionais e problemas psicossociais importantes que sugerem serem os mesmos a causa essencial do transtorno.
As dores de fundo emocional são muito variadas, tanto em relação ao tipo, quanto em relação à intensidade. Muitas vezes são dores curiosas e que desafiam o raciocínio médico. Alguns pacientes não percebem o aspecto paradoxal de suas queixas, como por exemplo, as dores que resistem a um analgésico fortíssimo, como o opiáceotramal®, mas se aliviam prontamente com um analgésico bem suave, do tipo dorflex® ou similar. Nesses casos, percebe-se que tanto a dor quanto seu alívio atendem necessidades emocionais.
Infelizmente, não é raro que tais quadros dolorosos sejam interpretados como fantasias dos pacientes ou, pior ainda, como simulação. Esse tipo de desconfiança leiga e/ou médica mostra má vontade ompreensiva, falta de conhecimento ou simplesmente carência de sensibilidade humana. Além de tal atitude não aliviar a queixa do paciente, acaba contribuindo para o agravamento do quadro depressivo.
Um clínico observador ou um médico pronto-socorrista atento, sem falar nos psiquiatras, percebem facilmente que os pacientes deprimidos se queixam de muitas dores. E vice-versa, ou seja, o inverso e absolutamente verdadeiro; pacientes com quadros dolorosos costumam estar dephrimidos.
A CID.10 diz que a queixa predominante do Transtorno Doloroso Persistente é uma dor persistente, geralmente intensa e não explicável inteiramente por um processo orgânico ou algum transtorno físico. Isso que dizer que mesmo que haja algum problema físico, como por exemplo a atribuição da dor da coluna aos famosos “bicos de papagaio”, a intensidade da queixa não se justifica pela alteração orgânica. A rigor, pequena parte dos tais “bicos de papagaio” são dolorosos.
Em geral, ao se avaliar o paciente com Transtorno Doloroso Persistente ou qualquer outro transtorno do grupo somatoforme, percebe-se um contexto de conflitos emocionais e problemas psicossociais importantes que sugerem serem os mesmos a causa essencial do transtorno.
As dores de fundo emocional são muito variadas, tanto em relação ao tipo, quanto em relação à intensidade. Muitas vezes são dores curiosas e que desafiam o raciocínio médico. Alguns pacientes não percebem o aspecto paradoxal de suas queixas, como por exemplo, as dores que resistem a um analgésico fortíssimo, como o opiáceotramal®, mas se aliviam prontamente com um analgésico bem suave, do tipo dorflex® ou similar. Nesses casos, percebe-se que tanto a dor quanto seu alívio atendem necessidades emocionais.
Infelizmente, não é raro que tais quadros dolorosos sejam interpretados como fantasias dos pacientes ou, pior ainda, como simulação. Esse tipo de desconfiança leiga e/ou médica mostra má vontade ompreensiva, falta de conhecimento ou simplesmente carência de sensibilidade humana. Além de tal atitude não aliviar a queixa do paciente, acaba contribuindo para o agravamento do quadro depressivo.
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