Estudo piloto mostra que perda de memória associada a Alzheimer pode ser revertida

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Terapia individual abrangente resulta em melhoras significativas em dez pacientes com estágios iniciais da doença de Alzheimer.

Clínicos americanos obtiveram sucesso em reverter o declínio cognitivo de pacientes com doença de Alzheimer inicial e em manter essa melhora durante um longo período usando um programa personalizado e abrangente. O estudo piloto foi publicado na revista “Aging”.

O estudo incluiu dez indivíduos com comprometimento cognitivo leve, comprometimento cognitivo subjetivo ou doença de Alzheimer. Nove dos dez participantes apresentavam risco genético para a doença de Alzheimer e pelo menos uma cópia do alelo APOE4. Cinco participantes tinham até as duas cópias e, portanto, um risco dez a doze vezes maior. Todos os participantes do estudo foram submetidos a várias RMs e testes neuropsicológicos.

O Instituto Buck para pesquisa do envelhecimento (The Buck Institute for Research on Aging) (Novato, Califórnia) e a Universidade da Califórnia, Los Angeles, desenvolveram um programa de tratamento personalizado de 36 pontos. O programa envolvia alterações na dieta, estimulação cerebral, exercícios, otimização do sono, vitaminas e produtos farmacêuticos específicos e muitas etapas adicionais que afetam a química cerebral.

Todos os dez participantes apresentaram melhoras inesperadas. Alguns participantes que haviam deixado o trabalho puderam voltar a trabalhar. Outros conseguiram melhorar seu desempenho consideravelmente. Os testes de acompanhamento mostraram que alguns dos pacientes conseguiram reverter os resultados anormais até voltarem para a faixa normal.

Dale Bredesen, o autor do estudo, atribui o sucesso do programa à sua abordagem abrangente. Pesquisas mostram que uma rede extensiva está envolvida na patogênese da doença de Alzheimer. Ele argumentou que medidas preventivas que objetivam apenas o indivíduo ou alguns pontos podem, portanto, acabar por serem ineficazes. Contudo, o sucesso do programa ainda precisa ser confirmado em estudos adicionais. Não obstante, Bredesen acredita que a medicina está entrando em uma nova era na qual os testes genéticos para Alzheimer estão sendo recomendados ao invés de evitados, para se iniciar uma prevenção o quanto antes.

Fonte:

Notícias Médicas

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Endocrinologia e Metabologia

APA – 23/06/2016

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