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O Diabetes Tipo 2 é considerado o diabetes do adulto, e é responsável por
95 % dos diabéticos.
Esse tipo de diabetes é de 8 a 10 vezes mais comum que o Tipo 1, acometendo 10% da população, entre 30 a 69 anos. e em alguns casos recém diagnosticados,pode ser tratado ( controlado ) com dieta e exercícios físicos; em outros casos necessita de um tratamento mais rigoroso com medicamentos orais (hipoglicemiantes) e em fases mais avançadas e em pacientes de difícil controle será necessária a associação de insulina ou até mesmo a insulinoterapia intensiva.
Sabe-se que o Diabetes Tipo 2 possui fator hereditário maior do que o Tipo 1. Além disso, há grande relação com a obesidade e o sedentarismo, ou seja, com o estilo de vida. Estima-se que 60% a 90% dos portadores da doença sejam obesos. A incidência é maior após os 40 anos.
Uma das peculiaridades é a contínua produção de insulina pelo pâncreas. O problema está na incapacidade de absorção pelas células musculares e adiposas; por muitas razões, essas células não conseguem metabolizar a glicose presente na corrente sangüínea. Denomina-se essa anomalia de "Resistência Insulínica".
Os sintomas do Diabetes Tipo 2 são menos pronunciados e esta é a razão para considerar este tipo de diabetes mais "silencioso" que o Tipo 1. Por isso ,o Diabetes Tipo 2 deve ser levado a sério pois seus sintomas podem permanecer desapercebidos por muito tempo, pondo em sério risco a saúde da pessoa . Quando ocorre o diagnóstico, 50% das pessoas já têm complicações.
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