ANAD - Associação Nacional de Assistência ao Diabético ANAD
 
 SOBRE A ANAD
 PROFISSIONAIS DE SAÚDE
 EVENTOS
 LINKS RELACIONADOS
 VÍDEOS
 MEDICAMENTOS
 FALE CONOSCO





  adicionar a favoritos   envie a um amigo  mapa do site

     Home     |     19º Congresso 2014     |     Diretrizes     |     Sobre a Anad     |     Eventos     |     Informes     |     Público geral     

ANAD - Associação Nacional de Assistência ao Diabético
 
   

Pesquisa norte-americana se aproxima de cura para a diabetes
Fonte: Saúde Plena - EM
Notícia publicada em: 15.10.2014
Autor: Gabriella Pacheco

Cientistas conseguiram criar células produtoras de insulina a partir de células-tronco





Os dias de injeções de insulina para pessoas com Diabetes Tipo 1 podem estar próximos do fim. Cientistas norte-americanos da Universidade de Harvard garantem estar “à um passo pré-clínico de distância” da cura da doença. A partir de células-tronco, o grupo conseguiu desenvolver células beta - responsáveis pela produção de insulina no organismo - em quantidade suficiente para realizar transplantes de células ou para fins farmacêuticos. 

Ao contrário da diabetes Tipo 2, em que as condições desfavoráveis criadas por nós facilitam o aparecimento da doença, a Tipo 1 se desenvolve, na maior parte da vezes, durante a infância e é caracterizada pela destruição das células beta do pâncreas. 

Essa não é a primeira tentativa de recriar esse tipo de célula a partir de células-tronco. Também nos Estados Unidos, uma equipe dos Institutos Gladstone, na Universidade da Califórnia em São Francisco, testou uma técnica que se mostrou capaz de repor as células destruídas pelo diabetes. O experimento foi aplicado em ratos e publicado no início deste ano. 

Contudo, o doutor Doug Melton, que conduziu os estudos em Harvard, insiste que nenhum outro grupo conseguiu produzir células beta maduras adequadas para o uso em humanos. 

“A maior dificuldade tem sido alcançar a sensibilidade à glicose, células secretoras de insulina, e foi isso o que nosso grupo fez”, explica. 

A técnica desenvolvida por Melton já foi testada em camundongos diabéticos e as células geradas em laboratório funcionaram normalmente e praticamente curaram os animais da doença. “Nós demos às células três desafios com glicose em camundongos separadamente e elas responderam apropriadamente. Isso foi muito empolgante”, conta.

Novos testes estão sendo feitos em macacos e ainda não há previsão para testar a possibilidade em humanos, o cientista espera, contudo, que em poucos anos o transplante já esteja disponível para portadores da doença. 

Entenda

A insulina é o hormônio utilizado pelo corpo para promover a entrada de glicose nas células. Essa, por sua vez, é a composição formada pela digestão dos açúcares no organismo. Após o contato com a insulina, a glicose é absorvida pelo sangue e usada como energia pelos tecidos. Daí, a importância dela para o funcionamento do corpo. 

No Tipo 1, a produção de insulina é insuficiente, pois as células sofrem destruição autoimune. Por isso, os pacientes precisam de injeções diárias de insulina mimetizada para suprir essa carência.

Já a diabetes Tipo 2 está relacionada à obesidade, maus hábitos alimentares, sedentarismo e estresse. Apesar de ter sido por muito tempo ligada à pacientes obesos acima dos 40 anos, ela é cada vez mais identificada em jovens. Os pacientes produzem insulina, mas a ação da substância é dificultada. Isso causa resistência insulínica, que ocasiona a hiperglicemia.
 

Próxima Página
 
 Home       |      Congresso 2013      |       Diabetes       |       Sobre a Anad        |       Privacidade       |       Fale Conosco