Resultados Clínicos de Longo Prazo em Pacientes com Síndrome Coronariana Aguda e Disglicemia

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 Autores:

J. Kuhl, G. Jörneskog, M. Bengtsson, P. Lundman, M. Kalani; Department of Clinical Sciences, Karolinska Institutet, Stockholm, Sweden.

Fonte: Congresso EASD 2015, em Estocolmo.

Histórico e Objetivos:

O Diabetes e a tolerância à glicose diminuída (TGD) são importantes fatores de risco para aterosclerose, incluindo a doença arterial coronariana (DAC). O objetivo do presente estudo foi investigar a importância da tolerância à glicose para o resultado clínico de longo prazo em pacientes com síndrome coronariana aguda (SCA). Materiais e Métodos: 1062 pacientes consecutivos, 781 homens e 281 mulheres com idade entre 32-80 anos, foram admitidos na unidade coronariana de um Hospital Universitário, com SCA de 2006 a 2008. Na alta, os pacientes foram classificados de acordo com TOTG como : tolerância normal à glicose (TNG); n=295 (28%),glicemia de jejum alterada (GJA) e intolerância à glicose diminuída (IGT); n=299 (28%), Diabetes diagnosticado na TOTG; n=156 (15%) ou sabidamente com Diabetes na internação; n=312 (29%). As taxas de mortalidade e reinfarto foram estudadas por um período médio de acompanhamento de 4,0 (±0,8) anos. Dados de resultado clínico foram obtidos do Registro de Angiografia Coronariana e Angioplastia Sueco e o Registo Nacional Sueco.

Resultados:

Pacientes sabidamente com Diabetes na internação tinham, comparados a pacientes com Largura MBG (nm) Endotélio Fenestrado (%) disglicemia diagnosticada na TOTG e TNG, um aumento significativo (p<0,001) de morte em 14 dias (2,9% contra 0,2% e 0%), 30 dias (4,8% contra 0,2% e 0%), 6 meses (9% contra 1% e 0%), 1 ano (12% contra 2% e 0%) e 3 anos (25% contra 5% e 3%). Durante o acompanhamento, a incidência de reinfarto foi significativamente maior (p<0,001) em pacientes com diagnóstico de Diabetes, em comparação a pacientes com disglicemia diagnosticada na TOTG e TNG (28% contra 17% e 12%). A incidência combinada de mortalidade e reinfarto foi significativamente maior (p<0,001) em pacientes com diagnóstico de Diabetes em comparação a pacientes com disglicemia diagnosticada na TOTG e TNG (44% contra 22% e 15%). Além disso, houve também uma diferença significativa (p<0,001) entre pacientes com disglicemia diagnosticada na TOTG quando comparados a pacientes com TNG.

Conclusão:

A maioria dos pacientes admitidos por SCA possuem metabolismo da glicose alterado, incluindo Diabetes, com alta prevalência de disglicemia não diagnosticada previamente. Tanto o Diabetes e a disglicemia diagnosticada na TOTG estão associadas ao prognóstico clínico ruim nesses pacientes. n

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