Canaglifozina Como Terapia Adjunta à Insulina Melhora a Variabilidade da Glicemia em Pacientes Japoneses com Diabetes: Estudo Clínico

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Autores:

Y. Abe , Y. Yuyama , M. 1 1 1 Harada , Y. Maeda , M. Kajikawa , 1 M. Hashiramoto . 1Yodogawa Hospital Christian, Diabetes e Endocrinologia, Osaka, Japão

Fonte:

Congresso IDF 2015 Vancouver.

Background

A Canaglifozina (CANA), um inibidor cotransportador-2 de glicose sódio, reduz os níveis de glicemia ao inibir a reabsorção de glicose no túbulo proximal renal, independentemente da insulina.

Objetivo

O objetivo deste estudo foi avaliar a eficácia e segurança de CANA adicionado concomitantemente à terapia prévia com insulina.

Método

Um total de 12 pacientes japoneses com Diabetes (7 homens e 5 mulheres, 46,8 ± 13,6 anos), incluindo 7 pacientes com DM1, tratados em esquema basal-bolus de insulina ou infusão contínua de insulina subcutânea foram inscritos no estudo aberto de braço único. Aos participantes foram administrados 100 mg de CANA concomitantemente à sua terapia com insulina e foi permitido alterar a dose de bolus de insulina de acordo com os resultados de glicose capilar (BG). O controle glicêmico e os perfis diários BG foram examinados antes e 2 a 4 semanas após o início do CANA. Hipoglicemia, cetose, desidratação, função renal, infecções genitais e urinárias também foram monitorizadas por razões de segurança. As análises estatísticas foram realizadas pelo teste de Wilcoxon.

Resultados

Após o início da CANA, nível médio de glicoalbumina (%) foi reduzida de 21,8 ± 3,8- 19,3 ± 3,1 em 2 semanas (p <0,05), e a HbA1c (%) de 8,2 ± 1,1-7,5 ± 0,8 em 4 semanas (p<0,05). Perfis diários de glicose medidos por sistema de monitorização contínua da glicose (CGMS) foram melhorados com a média dos níveis de glicemia (mg/dL) reduzida de 172,75 ± 47, 1-152,9 ± 27,8 (NS) e média amplitude da excursão da glicose de 28,9 ± 14,1-23,0 ± 7,3 (NA ) em 2 semanas. Análises de CGMS também mostraram as horas passadas em hiperglicemia (>180 mg/dL,%) foram encurtadas enquanto as horas passadas em hipoglicemia (<40 mg/dL,%) não foram alteradas em 2 semanas, apesar de insulina diária total (unidades/dia) ter sido reduzida em 14,2% (p<0,05). Nenhum episódio de hipoglicemia grave ou outros eventos adversos graves foram relatados, a não ser um episódio de cetoacidose euglicêmica em um paciente com DM1. O paciente que desenvolveu cetoacidose teve infecção urinária aguda, resultando em ingestão deficiente.

Discussão

Este estudo mostrou que a administração de CANA como adjuvante à terapia com insulina apresentou tolerabilidade aceitável de curto prazo e melhora no controle da glicemia e do perfil glicêmico diário, diminuindo a dose total de insulina e não aumentando o risco de hipoglicemia. Deve-se dar atenção extra para o protocolo na redução da dose de insulina, bem como o risco de cetose e cetoacidose em pacientes DM1. Estudos de longo prazo em uma população maior são necessários para comprovar a eficácia e segurança do uso concomitante de inibidores de SGLT2 em pacientes tratados com insulina.

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