Guia orienta médicos sobre melhores práticas de uso das redes sociais

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Fonte: Portal Hospitais Brasil –
Notícia publicada em: 18.06.2015
Autor: Giovana Pieck

Recomendações visam preservar a imagem do médico e manter a relação com pacientes dentro dos requisitos éticos e legais.

 

As redes sociais tomaram conta dos usuários da internet. Hoje são mais de 1,39 bilhão de usuários mensais ativos apenas no Facebook, segundo dados da página. O uso constante das plataformas de relacionamento faz com que algumas vezes exponhamos detalhes da vida pessoal e profissional indevidamente. Uma pesquisa realizada no final de setembro 2013 pelo Instituto Ipsos apontou que os brasileiros estão entre os que mais misturam a vida pessoal e profissional.

Com os médicos, isso não é diferente. Como no Brasil as redes exclusivas para o exercício da medicina ainda estão no começo, os médicos brasileiros ainda utilizam as redes sociais de massa para fins profissionais. Há muitos riscos na utilização de redes de massa para fins profissionais, por exemplo, o vazamento de informações relacionadas ao sigilo entre médico e paciente. É necessário estar muito atento às configurações de privacidade, qualquer informação postada, mesmo em grupos privados, pode ser compartilhada.

Além disso, não é difícil ver médicos e pacientes interagindo nas redes sociais e estas amizades online podem alterar a relação entre o profissional e a pessoa, e podem resultar em outro risco ainda maior: a perda da vida privada dos médicos.

Para ajudar os médicos neste novo cenário, a Ology, rede profissional exclusiva para médicos e o escritório de direito digital Patrícia Peck Pinheiro Advogados se uniram e desenvolveram um conjunto de recomendações práticas, o guia exclusivo ‘Melhores Práticas no Uso Seguro das Mídias Sociais por Médicos’.

De acordo com a sócia-criadora da plataforma, Giovana Pieck, é fundamental os médicos terem essas orientações para estarem cientes de suas ações online e não cometerem falhas que comprometam sua imagem profissional. “Muitos médicos, por exemplo, não conhecem bem as políticas de privacidade e os termos de uso dessas redes sociais. E uma simples falha pode comprometer a sua vida profissional”, explica.

Exemplos de exposição indevida de pacientes e casos nas redes sociais de massa têm gerado repercussão negativa. “Nossa principal intenção é ajudar os médicos a utilizarem e tirarem o maior proveito possível destas tecnologias, sem colocarem em risco sua carreira. Existem espaços próprios e seguros para estas discussões de casos, para colaboração em diagnósticos e para o compartilhamento seguro de informações entre profissionais médicos”, finaliza Pieck.

Para ter acesso ao guia, acesse www.ology.com.br/melhores-praticas-para-medicos-nas-redes-sociais

 

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